quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Zero caminhos articulados.

Um desvio paralelo à minha desordem. Dois destinos nas periferias das esquinas obscuras. Três ponteiros a circularem num movimento uniformemente irregular. Quatro pedaços envenenados por espinhos ensanguentados. Cinco badaladas distorcidas pelo fim. Seis paredes encaixadas a cobrir o vazio. Sete sombras a distribuir medos. Oito hematomas internos em cavidades cicatrizadas. Nove alucinações fatais arredondadas. Dez mortes psicológicas instantâneas.

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