terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Masoquismo
Devo ser parvo, só pode. Sem consciência, sem noção. Não vejo noção em ir ouvir músicas que me fazem questionar a tua existência. Que voltam no tempo, mas a dizer que foi erro. Não quero que seja um erro. Não! NÃO! Errar não! NÃO NÃO NÃO! Mas... tudo indica que sim. Dói, a sério que dói. Sinto mais a dor a escrever isto, dói! Isto dói, magoa-me. Masoquismo dói. Não quero, mas continuo. Não preciso, mas busco. Por favor... acorda-me e diz que continuo aí! Abraça-me. Toca-me. Beija-me. Que tal vivermos momentos? Que tal sermos felizes?
Porque me ofereceste coisas se depois é isto? Porque é que supostamente sentiste algo e agora não queres saber? Porque me fizeste sentir algo se não podias retribuir? Porquê?
Cruzes! Sou burro, sou parvo, sou ingénuo talvez. Perco sentido da vida, perco pedaços de mim, fico apático. Tento dizer merda, mas tudo recai em cima de mim, na minha própria merda. E eu aqui, sozinho, na cama gelada, sozinho. E nem as almofadas me aconchegam, estão frias. Não há calor aqui, morreu tudo. Relógio, pára já! Porque é que as pilhas ficam fracas e o ponteiro, em vez de morrer, fica a abanar no mesmo segundo? Pareço eu neste momento...
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